(...) Quando eu nasci, comigo nasceu um ser invisível que so eu conseguia ver. O tempo passou e ela ficava mais distante e ate que desapareceu, mas eu ainda sentia a agradável presença da minha amiga imaginária. Quanto mais o tempo passava mas ela ia ficando distante, ficava aflita procurando por um personagem da minha própria imaginação. Com o desaparecimento de minha amiga imaginaria acabei descobrindo que ela era a felicidade. E descobri que ainda é possível ser feliz , desde que você viva no seu próprio mundo.

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